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WEBNODE :: Novidades :: IPDME Instituto P&D Metodologia

Clicando aqui >>>WEBNODE :: Novidades :: IPDME Instituto P&D Metodologia. Você encontrará mais algumas pistas para despertar o seu interesse intelectual. Faça uma leitura breve, e depois, decida se você não anda perdendo o prazer em contribuir com o conhecimento que já tens.

A impossibilidade de redução de múltiplas grandezas que caracterizam os fenômenos econômicos, não permite que os resultados econômicos sejam definidos em uma só unidade de valor, uma só unidade de quantidade, uma só unidade de tempo, uma só unidade de tamanho, uma só unidade de direção, uma só unidade de preferência, uma só unidade de utilidade, uma só subjetividade, etc…(concordas ? ou não concorda ?) – vamos continuar – pois, os conceitos físicos, os conceitos numéricos, os conceitos econômicos, quantitativos, qualitativos; conceitos de direção, sentido e tamanho, são todos intercomplementares, são quase sempre replementos entre si e, cada “mercadoria” envolve inúmeras mercadorias que não desaparecem por serem mercadorias de mercadorias.

Lançando mão das associações econômicas algébricas – expressadas em funções algébricas, – buscamos transformar “escalas naturais” em escalas transcendentes logarítmicas, para expressar resultados negativos e variáveis e ou conceitos cardinais em conceitos ordinais, quando possível pela “matemática moderna” e, quando passível pela “Metodologia Econômica” do homem, indistintamente imanente e objetivamente subjetivo e, induzir a elasticidade.

Inicialmente cumpre informar que é quase exaustiva a divulgação de pesquisas isoladas da “produtividade da economia”. Esse ‘quase exaustiva’, no entanto, não reflete uma saturação, ao contrário, como as pesquisas têm fins específicos e ou são patrocinadas por instituições com fins específicos, apesar de divulgarem dados da “produtividade agregada”, refletem setor ou setores da economia. E, mesmo órgãos vinculados à “supervisão formal” de Ministérios do Governo Federal, normalmente, esforçam-se por definir e divulgar dados empíricos mais ou menos homogêneos em séries temporais…

Por estas e por outras razões de ordem técnica (por exemplo, entre duas variáveis, o grau probabilístico, consiste em que os valores possíveis de uma das variáveis aparecem simultaneamente com diversos valores possíveis da outra variável”- o sistema estocástico em economia, provê ligações estocásticas dessa natureza descritiva…), a curva de transformação agregada que forma um limite exterior, pode ser interpretada pela “teoria matemática”, mas não pode por ela ser reduzida.

Dizemos que a função de produção interna bruta é “uniforme e contínua”: PIBo=PIB-1(1+y)^n, ou Y=Y-1(1+y)^n, onde “y” é a taxa de crescimento econômico e “n”  o período (contínuo).

Ainda, tomando a descontinuidade da acumulação do crescimento instantaneamente, a teoria matemática fornece Y = Ỹ(1+y/n)^ne, onde Ỹ é a resultante do produto imediatamente anterior ao nível de produto que se quer medir e “ne” é o número de vezes que “y” acumula-se instantaneamente (e) durante o exercício financeiro do período analisando.

(Lembre-se que os símbolos universais / e ^ , representam divisão e potenciação, respectivamente)

Porém, com estas medidas (contínua e/ou descontínua), não é passível a medida da contribuição dos efeitos das séries históricas apriori, se não pela regressão período ante período, resiliência que imputa à “teoria econômica” a prescindir a gnose filosófica do valor.

O coeficiente angular da função de produção agregada é obtido (fornecido) pelo fator indivisível “1+y/n”; Atribuímos a este fator a denominação de “EFEITO KSCY”, ou simplesmente, traduzimos: efeito kscy = Ξ = (1+y/n), ou simplesmente, Ξ.

Este “coeficiente angular”, entretanto é um valor médio, isto é, o ‘efeito kscy’ da série histórica do crescimento econômico (neste texto, Ξ = 2,828427 = y  ([1913 –2013[ ) e, portanto, um coeficiente angular vetorial, onde o valor marginal é sopesado pelo coeficiente angular da tangente de um ponto da curva de transformação em seu conceito máximo.

A resiliência teórica, que em economia sustenta a indivisibilidade do “fator kscy”, não previne que a teoria matemática possa desmembrá-lo, assim:

y = nΞ –n; y = n(Ξ-1); n=y/(Ξ-1); Onde, “Ξ” representa a série histórica de crescimento econômico. A motivação da “Metodologia Econômica” para a abstração dos efeitos descontínuos da acumulação dos níveis de crescimento econômico, sobre a “curva de transformação agregada”, ao longo dos períodos (décadas, qüinqüênios, triênios, anos, meses, semanas…), entretanto, não advém da teorização psicológica da matemática (o utilitarismo, a medida da satisfação dos bens, o mapa de indiferenças construido por equações simultâneas, …) mas sim da evidência da participação do “trabalho humano” no conceito máximo da curva de transformação produtiva e, para tanto, a equação neoliberal de Cobb-Douglas (embora “simples e fácil de manipular”- em escala natural de soma algébrica de fatores), mostra-se insuficiente, pois o “nível de trabalho constante” é uma assertiva monotônica, isto é, provê uma relação entre o nível de produção variável, que garante que, mesmo que o nível de produção permaneça também constante, nunca se negativisa o nível de trabalho para que a produção cresça; Em linguagem matemática, a função simples de nível de “trabalho constante” (neoliberal), em Cobb-Douglas é dada por: y = (rc.k*)/Y, onde k* é o estoque de capital desejado, “rc” é o custo de utilização de capital e Y é a produção. Como a função completa previne a variação dos insumos (capital e trabalho): y = Y/(N^1-y), onde N é o nível de participação do trabalho (variável) na produção agregada e onde a resiliência monotônica resta estabelecida.

Então, se a “pesquisa&desenvolvimento”, no Brasil (em nosso texto subídio, introduzimos aqui, uma nota de rodapé. Aqui omiti-mo-na por razões de espaço), do estado da arte da produtividade total (agregada) está, exaustivamente, sedimentada no modelo neoliberal da teoria da função de produção desenvolvida a partir dos achados de Solow, para a economia do Estados Unidos da América, indaga-se: como fazer avançar deste instrumental matemático analítico para a economia real que considere a “Metodologia Econômica do Homem e Bens Indistintos” ?

(Esta é uma das “Linhas de Demanda em Pesquisa & Desenvolvimento, que você, talvez se interesse em contribuir. Se se interessou, não perca mais tempo, ENTRE JÁ NA HOMEPAGE DO IPDME !

ATÉ BREVE E APROVEITE O DIA !

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About nilsonbsnunes

Neófito na arte de pensar a metodologia econômica, prefiro a ausculta auspiciosa aos delírios da razão pura. Bacharel em Economia, penso que é necessário negar à Administração Pública o quê somente à iniciativa particular tem o auspício em deliberar e decidir.

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